segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Que paraíso

Quem não gostaria de viver nesse paraíso ilustrado pelo Coldplay na canção "Paradise" ?!





Coldplay - Paradise


When she was just a girl
She expected the world
But it flew away from her reach
So she ran away in her sleep

Dreamed of para-para-paradise
Para-para-paradise
Para-para-paradise
Every time she closed her eyes

Ooohh

When she was just a girl
She expected the world
But it flew away from her reach
And bullets catch in her teeth

Life goes on
It gets so heavy
The wheel breaks the butterfly
Every tear, a waterfall
In the night, the stormy night
She closed her eyes
In the night
The stormy night
Away she flied

I dream of para-para-paradise
Para-para-paradise
Para-para-paradise
Whoa-oh-oh oh-oooh oh-oh-oh

She dreamed of para-para-paradise
Para-para-paradise
Para-para-paradise
Whoa-oh-oh oh-oooh oh-oh-oh

La-la-la-la-la

Still lying underneath the stormy skies
She said oh-oh-oh-oh-oh-oh
I know the sun must set to rise

This could be para-para-paradise
Para-para-paradise
This could be para-para-paradise
Whoa-oh-oh oh-oooh oh-oh-oh

This could be para-para-paradise
Para-para-paradise
This could be para-para-paradise
Whoa-oh-oh oh-oooh oh-oh-oh

Ooohh

This could be para-para-paradise
Para-para-paradise
This could be para-para-paradise
Whoa-oh-oh oh-oooh oh-oh-oh

Ooohh, oohh...

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Aventuras de niver

Desta vez, toda a resenha que rolou há algumas semanas atrás será reportada por meu amigo-irmão Neto. Evitei fazer correções, portanto, desprezem possíveis erros de grafia. Depois de ler é só deixarem as suas impressões.




Cidade Baixa
Olá!
Bom, apesar do titulo, esse post não é nenhum filme brazuca sem noção na cidade do Salvador, mas bem que poderia ser. Sim, mas pra começar do começo voltemos pra  o dia 10/09, quando yo (@NetoReisECV)acordei com uma grave noticia! Estou ficando mais velho, eitas e agora, José?  Mas tudo bem, a gente releva. Sorte que não estava trabalhando, porque seria muito chato passar o dia lá. Então estava a conversar com o meu irmão (@CarlosLimaECV) que estava a 80km ( e mais uns trocados) de distancia, e por coincidência, ficaria mas velho no dia 13/09, uma terça feira com jogo do Vitória no Barradão, resolvi ir, mas “pião” é um caso serio! O “trampo” não deixou, então marcamos de nos encontrar na sexta....
Sexta feira à tarde, oba , folga do trabalho, viagem pra SSA, nada como uma carona... Trin..Trin...(Toca o telefone),
NT: Alô..
Tia: Meu querido, ta onde?
NT: Saindo do trampo, por quê?
Tia: Quer ir pra Guarajuba? To indo agora.
NT: Vlw,Tia. Mas já tenho compromisso, se bem que.... você pode me levar em arembepe?
Tia: Então vamos.
Tudo isso pra economizar alguns trocados.
Chegamos lá 16h00minhs e fui logo pegar o “buzão” pra SSA, pois já que não moro em uma Big city, não to acostumado com engarrafamentos e tal.
Dito e certo, graças à lentidão no transito cheguei na Est. Iguatemi por volta das 19h00min, varias ligações pro mano (A Vivo tava péssima) até que consegui falar, ele tava no shopping fui lá e encontrei o garoto perdido na área de brinquedos infantis. Shuashuashua
Daí um grave dilema. Num tem nada pra comer no apartamento fechado a dias, nuss nem gás tem, mas será que ainda tem microondas? (Faz ano que não ia lá), fomos no mercado e compramos algumas guloseimas, eu insistindo pra comprar cereal, mas o mano não queria, porém comprei mesmo assim.  Tudo pronto fomos pro apart. Pertinho (Nova cidade – Canabrava), lugar que pra alguns pode ser próximo do inferno (Deus é +), mas que pra Nóoooos Rubro-Negros (SRN) é próximo do paraíso (Barradas).
O mano levou um dominó, a nossa salvação já que a TV que lá habitava ganhou habeas corpus e foi pra algum lugar, comemos lasanha (êêh) aquelas prontas mesmo, tava bom; depois notei que a geladeira não estava gelando bem (talvez pelo fato de estar muito tempo desligada), e o que fazer com os mantimentos frios? Ãham a solução estava do outro lado da cozinha, um frigobar bonitinho nos esperando, ligamos e funcionava perfeitamente, transferimos tudo e adeus noite.
O dia raiou e preguiçosamente levantamos das camas, enquanto eu fui ao banheiro, o  mano foi à cozinha e... Adivinhem os mantimentos frios estavam conservados, mas conservados demais, demais mesmo, tudinho congelado, (Coca-cola, Água, Leite, Iorgute) iorgute esse que seria o café do mano... Lá se vai nosso café da manhã, ”ôxi” vai nada, sabe o que sobrou? O cereal. Cortei o leite (nunca imaginei falar isso) e joguei pedaço por pedaço num copo e pronto!




Enfim, paramos de nos esconder da chuva, fomos de encontro ao ônibus, mas ele se atrasou e nós tivemos de andar km. Já no ônibus pegamos a direção para a cidade baixa, chegamos na escola onde o mano trabalha(nada atrasado por sinal), estavam lá  o Fredson (@fredsonmarinho) e a Girlaine (@lay0liveira), depois de uma ótima aula de inglês, passada pelo prof. Carlos Lima (mano), resolvemos fazer um passeio pela região onde estávamos.
Primeira parada: Igreja do senhor do Bonfim.
Era a minha primeira vez lá, mas fiquei surpreso quando o Fred e a Lay disseram nunca ter entrado nessa igreja, então tecnicamente não seria só a minha primeira vez!
Quando qualquer pessoa chega a algum ponto turístico de Salvador, as primeiras pessoas que vêem recepcionar são os cambistas, no Bonfim não foi diferente. Uns cambistas nos venderam 10 fitinhas do Bonfim por R$2,00,
Saímos no lucro!(Saímos nada!) Ao Deixar a igreja visualizamos uma loja com uma placa onde estava escrito: “22 fitinhas do senhor do Bonfim por R$ 1,00”, aff! Precisava isso? Depois de zuar bastante seguimos estrada adiante em direção à praia. No caminho vimos paisagens bonitas e feias também, estávamos próximo à praia, já se podia avistar o mar no final da rua, só havia nós quatro nessa rua e a movimentação de carros estava fraca, ai passa por a gente um caminhão amarelo que no fim da rua para e volta na marcha ré, isso me lembrou o fim “Um dia depois de amanhã” (Carro, marcha ré, mar, tsunami), mente fértil né?





Quando chegamos a Monte Serrat, veio a chuva, imagina só que os quatros correram pra um orelhão e ficaram lá (antes ficar logo na chuva), após a chuva dar uma trégua vivemos momentos tensos no caminho à praia da boa viagem, mas nada muito assustador, chegando lá tinha uma igreja bem legal, e ao lado um trilho que saía de parte da igreja e entrava no mar, aonde terminava ninguém sabe (Ligação entre o céu e o inferno, kkkk, brincadeira). Depois de apreciarmos aquela bela vista, seguimos ao ponto de ônibus, foi ai que o Fred e a Lay seguiu em uma direção e eu e o mano em outra, fomos pra casa do mano, onde assistimos o jogo do ABC X VITÓRIA, em que o time apenas empatou, terminando seguir de volta pra minha terra, dormi a viagem toda, cheguei rápido em casa e assim acabou meu final de semana.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Desafios

Quem não gosta de ser desafiado?! Nem todos curtem, mas tudo depende do tipo de questão que é proposta. Quando é coisa boa, todos imploram para participarem, mas quando é coisa ruim, não aparecem voluntários. Pois bem, decidi fazer algumas dessas coisas ("desafios") e pretendo ver até onde conseguirei obter êxitos.


Um destes "desafios" - resolvi ter outra formação acadêmica, mas para melhorar e poder me manter no mercado, na mesma área em que estou atualmente - Educação.

Não fácil ser professor em nosso país. Nem todos que tive foram bons, mas dentre esses, alguns foram excelentes. Confesso que o maior choque que tive até agora, foi a mega diferença de estruturas entre 3 escolas, nas quais já lecionei: uma enorme (onde coincidentemente estudei praticamente a vida toda), uma pequena (estrutura interessante) e outra de médio porte (com uma estrutura terrível, até antes da reforma), mas nada que me desanimasse em desistir de poder contribuir de alguma forma, para a formação de nossos jovens.

Sou apaixonado pelo que faço (mantenho o mesmo tesão desde que encarei meu nervosismo e minha timidez na primeira aula na qual deixei de ser aluno e passei a ser professor), pois é uma área que sempre está em busca de novos profissionais qualificados e precisa ter o quadro renovado. Os professores deveriam lembrar que a escola não é feita do trivial feijão com arroz e que algumas inovações são muito bem-vindas, pois não só o valorizam perante si mesmo e os colegas, mas também, perante seus alunos.

Felizmente, meus alunos são ótimos e nunca me deram trabalho. Lecionar idiomas é maravilhoso, pois você não só ensina, também aprende com os seus educandos.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Amigos para sempre!

Hoje, eu não poderia deixar passar em branco :  20 de julho, o Dia do Amigo. Dedico esse post para os amigos mais próximos; para os que estão longe e quando lembram, mandam sinais de fumaça; aos que me esqueceram, pouco me comunico ou apenas me acompanham em redes sociais e ainda não conheço pessoalmente.



Ainda na infância e principalmente, durante a adolescência, temos as primeiras convivências com pessoas que de alguma forma, se tornam especiais para você;


Muitas se afastam por diversos motivos e deixam saudades incalculáveis (que sentimento bom);


Irremediavelmente, com eles vivemos os melhores momentos da vida ( mas nem sempre sabemos valorizá-los) ;


Gostaria de estar sempre perto deles e falar o quanto os amo;


O tempo é severo, nos envelhece e  até morrermos, seguimos nossos destinos, mas os meus verdadeiros amigos estarão sempre comigo, ainda que sejam como um lindo pôr-do-sol.



sexta-feira, 24 de junho de 2011

Fogos, Comidas típicas e a Cidade deserta - São João Feliz

Noite de São João, feriadão prolongado e só hoje que fui mesmo "comemorar". Não sou grande fã da festa em sí, mas curto as comidas da época. E como todo ano não passo sem algumas dessas guloseimas, eu fiz "meu" Bolo de Milho (A foto que está neste post)  e ficou bem gostoso. (Não é porque fui eu quem fiz, não. Tá bom, pacas) O pessoal daqui, já devorou metade e até alguns vizinhos provaram a aprovaram.

Alguns amigos me pediram no Twitter, então aproveitei a oportunidade para postar a receita aqui. Não me canso em dizer que nós homens, também devemos saber fazer algumas coisas não só para se sustentar (Não só quando solteiros), mas também para agradar quem você gosta.

Pior de tudo, é que tenho amigos que sequer sabem fritar um simples ovo, o que é deplorável, para os dias de hoje. Mas nem os culpo tanto, pois muitas vezes, deixam de fazer uma boa alimentação, só para consumir produtos ricos em gordura e nada saudáveis. Espero que mudem seus hábitos o quanto antes. Apesar de ser cheinho, meu físico engana, pois não como muito, mas também não me entupo com coisas que só possam me fazer engordar.

Preciso fazer uma pequena ressalva - Salvador está uma maravilha. Nem parece a mesma cidade. Poucas pessoas, não temos trânsito e tudo muito tranquilo. Pude fazer uma caminhada por algumas partes da cidade e constatei o paradeiro que está.

Bom, deixando esses outros detalhes de lado, vamos ao que interessa. Recomendo que façam e depois e digam se ficou mesmo bom ou não.


 Bolo de Milho


A receita é mais simples do que imaginam e você que não gosta de lavar pratos pra sua mãe, deixe de preguiça e faça esse agrado, pois ela merece! O máximo de utensílios que você vai usar - Uma colher (lave e enxugue, para não precisar de tantas), um liquidificador, uma peneira e uma forma ou assadeira. Praticamente todos os ingredientes, você tem em sua casa. Não gastará nem R$3,50,  para comprar 2 deles.

Tempo total na cozinha : 55 minutos (incluindo lavagem dos utensílios).

Ingredientes:

Duas xícaras e meia de Vitamilho ou Milharina (Aquele mesmo que é comprado para fazer cuzcuz);
3 ovos inteiros;
2 colheres (sopa)  rasas de fermento em pó;
2 colheres (sopa) de manteiga ou margarina;
Uma xícara de leite ;
1 garrafa de leite de coco (200 ml);
2 xícaras de açúcar;
Farinha de trigo para untar a forma.

Dica 1 - Ligue o forno ao menos 10 minutos antes de iniciar todo o processo.

No liquidificador, bata a manteiga, o açúcar e os ovos por 3 minutos. Em seguida, acrescente o Vitamilho que deve estar misturado com o fermento, os leites e continue batendo até que tudo tenha se misturado bem, o que dão aproximadamente, uns 7 minutos.

Dica 2 - Se necessário, interrompa a cada 3 minutos e mexa a mistura com uma colher, para que a farinha não fique grudada nos cantos do copo do liquidificador.

Dica 3 - Para quem não sabe  - Untar, é quando se passa algum tipo de gordura em recipientes, quando eles irão acomodar o que está sendo preparado. Em nosso caso, unte a forma com manteiga e depois passe a farinha de trigo peneirada. Aos amigos frescos, que irão falar que não querem sujar as mãos com manteiga, usem um pincel (não é o de pintura) ou até um guardanapo, mas cuidado para não deixar papel  na forma.

Feito isso, tendo a mistura bem batida e sem cheiro de ovo (porque bolo com gosto de ovo é ruim d+ e ninguém come, apesar de dizer que ele tá ótimo, para não fazer desfeita com quem te ofereceu.), coloque na forma e mande ao forno. Espere 40 minutos e pronto.

Dica 4  - Se notar que o bolo pode aparentemente estar bom e achar que ele ainda não está cozido, enfie uma faca nele  e retire. Se ela sair seca, o bolo está pronto, mas se ainda sair um pouco suja (bem pouco mesmo), mantenha no forno por mais 10 minutos e pronto. Retirem imediatamente de lá. Mantê-lo dentro do forno depois de pronto, pode não ser nada bom.

Espere esfriar e passe pro recipiente onde são colocados os bolos em sua casa, antes deles pararem em sua barriga.

Dica 5 - Quem quiser um bolo com recheio por exemplo, pode cortar pedaços de goiabada e colocar nele, antes de assar.

Esse bolo vai bem na hora do café, lanche ou qualquer outro momento.

Bom apetite!

terça-feira, 31 de maio de 2011

Revendo conceitos e metas

Sabe aquele dia, em que você tem muita coisa pra fazer e acaba não fazendo?! Aquele dia, onde você resolve esquecer o mundo e dedicar somente à você?! Pois é! Fiz isso hoje e acho que preciso fazer isso, muito mais vezes!

Serviu para que eu pudesse rever alguns conceitos e algumas metas não realizadas até agora, reajuste algumas pendências e retomar o curso de algumas coisas, que já estavam em andamento. 

"É triste viver sem grandeza. É como estar longe de nós mesmos. É ver apenas as sombras do mundo e da vida. É, de algum modo, não viver… "
(Paulo Geraldo)

terça-feira, 26 de abril de 2011

Para refletir - As meninas lobo

Após um curto hiato, consegui um tempinho em meio à correria para postar esse belíssimo texto sobre "As meninas-lobo". Quando li pela primeira vez, ainda era um simples estudante de colégio público, numa aula de Relações Públicas e Humanas. Como gostava dessa matéria! As aulas eram as melhores possíveis e a professora era 10! Até hoje, não tive a mínima afinidade com Filosofia e Sociologia, mas recomendo a leitura do livro " O mundo de Sofia". Acho desnecessário, o ensino dessas matérias por tanto tempo, quando nem vai se usar para quase nada depois de sair do colegial.
Mas chega de conversa e vamos ao texto! 

As meninas lobo


Na Índia, onde os casos de meninos-lobo foram relativamente numerosos, descobriram-se em 1920, duas crianças, Amala e Kamala, vivendo no meio de uma família(?) de lobos. A primeira tinha um ano e meio e veio a morrer um ano mais tarde. Kamala, de oito anos de idade, viveu até 1929. Não tinham nada de humano e seu comportamento era exatamente semelhante àquele de seus irmãos lobos.
Elas caminhavam de quatro, apoiando-se sobre os joelhos e cotovelos para os pequenos trajetos e sobre as mãos e os pés para os trajetos longos e rápidos.
Eram incapazes de permanecer em pé. Só se alimentavam de carne crua ou podre. Comiam e bebiam como os animais, lançando a cabeça para a frente e lambendo os líquidos. Na instituição onde foram recolhidas, passavam o dia acabrunhadas e prostradas numa sombra. Eram ativa e ruidosas durante a noite, procurando fugir e uivando como lobos. Nunca choravam ou riam.
Kamala viveu oito anos na instituição que a acolheu, humanizando-se (?) lentamente. Necessitou de seis anos para aprender a andar e, pouco antes de morrer, tinha um vocabulário de apenas cinqüenta palavras. Atitudes afetivas foram aparecendo aos poucos. Chorou pela primeira vez por ocasião da morte de Amala e se apegou lentamente às pessoas que cuidaram dela bem como às outra com as quais conviveu. Sua inteligência permitiu-lhe comunicar-se por gestos, inicialmente, e depois por palavras de um vocabulário rudimentar, aprendendo a executar ordens simples”.


LEYMOND, B. Le development social de l’enfant et  del’adolescent. Bruxelles: Dessart, 1965. p 12-14.